Estão em operação pela Suzano, em Ribas do Rio Parto, 14 novas composições de caminhões Volvo FMX 6×6 para 250 toneladas, em conjunto com carretas hexatrens. Transportando toras de eucalipto exclusivamente em estradas fechadas, dentro de fazendas, os novos veículos são mais um projeto da engenharia para garantir produtividade ainda maior para as imensas composições off-road com seis reboques, as maiores em operação no país.

As inovações permitiram aumento de 25% na capacidade máxima, na comparação com a versão anterior, de 200 toneladas.

As cargas transportadas pelo maior veículo florestal do mundo abastecem a nova fábrica da Suzano, em Mato Grosso do Sul. A unidade começou a operar recentemente, dando prosseguimento às operações florestais do Projeto Cerrado, que recebeu investimentos de R$ 22,2 bilhões. O complexo reúne alta capacidade de produção e várias práticas de sustentabilidade como, por exemplo, o uso ainda mais eficiente da bioenergia.

Com a nova aquisição, a Suzano agora soma 47 unidades do Volvo FMX hexatrem, distribuídas em operações em diversas localidades. As novas composições (cavalo mecânico mais os implementos) têm 60 metros de comprimento, um metro a mais que as anteriores. O incremento na capacidade de carga foi possível graças a uma nova configuração, com reforços nos eixos e longarinas duplas. Além disso, o veículo recebeu um novo eixo com tração dianteira.

A aquisição da Fazenda Monte Alegre pela Klabin em outubro de 1934 marcou o início da trajetória da empresa no estado. O projeto visionário, na época localizado na cidade de Tibagi, possibilitou a primeira fábrica integrada de papel e celulose do Brasil, onde hoje é Telêmaco Borba. Era o início da relação entre a maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do país e o Paraná, principal polo produtivo da Companhia.

Ao longo desses 90 anos, a presença da Klabin no Paraná tem sido marcada por inúmeras conquistas e pelo impulso ao desenvolvimento econômico, social e ambiental das comunidades onde atua.

Nos últimos 10 anos foram cerca de R$ 36 bilhões, em valores corrigidos, em recursos aplicados em expansões e melhorias em suas estruturas no Paraná, com destaque para lançamentos de novos produtos no mercado nacional, novas unidades e expansão florestal.

A Unidade Monte Alegre, que deu início à história da Klabin no Paraná, segue como referência para o setor de papel em todo o Brasil. Com capacidade produtiva de mais de um milhão de toneladas de papel por ano, a unidade prepara-se para receber uma nova caldeira de recuperação. As obras para substituição do equipamento estão em andamento e a nova caldeira deverá entrar em funcionamento no final de 2026.

A conclusão recente do Projeto Puma II, na Unidade Ortigueira, é o maior investimento da história da Companhia e o maior aporte privado no Paraná, totalizando R$12,9 bilhões.

Foto: Projeto Puma II
Crédito: Klabin